4 de ago de 2009

Moço Moleque Guri

Vezes naquele mesmo compasso, após outro silêncio,a pé,
no peito do Moço moleque guri
otimista com a vida e com os fatos a sua volta,
sem saber ao certo a mudança da razão,
sentiu-se só.
Desviou-se do escudo,
Deu-se o peito invadido por sentimentos injustos,
contrariando toda a paz que o rodeava e que teimara em fugir do antro.

Hoje, e uns dias assim traçado pelo dia
torna a um amargurado sabor,
desbravando o começo da rotina habitual
aquele moço consegue perceber a razão, e isso o confunde.
Como ligar traços claros de pura doação em riscos de desamor...!?
consigo deixar de pensar,
mas não sei a resolução desta formula.
Onde está a pura fumaça daquele futuro?
da demasiada imersão, da segunda ação ? e dos pós?

Vive por dez,
joga-se na tênue sinfonia da imaginação,
Perde o sono,
busca entender o álibi daquele amor,
que parece se definhar sobre as mãos trêmulas, com respingos de tinta vermelha
e os sentimentos sobressaem no meio desta barafunda de idéias.

Teima em não passar...
revolta-se,
e se julga tão cortante quanto a lâmina da língua,
Vivendo a língua do seu próprio ser.

Moço Moleque Guri.

4 comentários:

  1. é um bravo sofrido sonhador...
    tal qual o Cavaleiro de Latão!
    é o mesmo personagem?

    ResponderExcluir
  2. rsrs..
    Digo isso porque a natureza externa é semelhante! mas sei que não é! ^^
    se bem que acho que deveria ser. =p

    Gostei deste texto..

    ResponderExcluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir